Declarações de “testemunhas” nos julgamentos após a guerra apresentaram
números entre
os 1,5 e 4,2 milhões de prisioneiros “assassinados” por
‘gaseamento’ ou outros métodos em Auschwitz entre 1941 e Outubro de 1944.
O “Livro de Registos de Mortes em Auschwitz” recentemente libertado dos
arquivos de Moscovo, contém registos meticulosos de cada morte nos campos de
detenção e de trabalho de Auschwitz, incluindo o nome, idade, causa e data
da morte de 69,000 presidiários entre Fevereiro de 1941 e Dezembro de 1943,
uma média de 2,000 por mês (65 por dia). Os livros de 1944 não foram ainda
libertados, mas as projecções baseadas nas distribuições entre 1941 até 1943
produzem uma estimativa de 90,000 mortes de tifo, outras doenças, velhice,
causas naturais e um relativo pequeno número de execuções.