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Durante 1943 e 1944, em resposta aos rumores de assassínios em massa repetidos pelos jornais Americanos, Britânicos e Soviéticos, os líderes governativos Aliados deram grande prioridade à investigação do que se estava a passar nos campos de detenção Polacos. As quatro declarações oficiais abaixo referidas foram amplamente difundidas na Europa pelas emissões de rádio em Alemão e noutras línguas, pelos jornais e por milhões de panfletos largados pelos aviões: 1. Agosto de 1943, declaração do Presidente Roosevelt dos E.U.: "Tem havido relatórios...As potências do Eixo estavam a ponderar seriamente o uso de gases… venenosos... O uso dessas armas é uma violação às leis da...humanidade civilizada...Nós não deveremos recorrer ao seu uso, a não ser que sejam primeiro utilizados pelos nossos inimigos...Qualquer uso de gás venenoso...será seguido de uma imediata retaliação." 2. Novembro de 1943, a Declaração de Moscovo, Assinada por Estaline, Churchill e Roosevelt Dizia: "Os Alemães que participaram na chacina infligida aos povos da Polónia... serão levados aos locais dos crimes e julgados lá." 3. 25 de Janeiro de 1944, o Presidente Roosevelt declarou: "É imperativo que seja desencadeada uma acção a fim de evitar a intenção dos Nazis em exterminarem os Judeus... da Europa." 4. 24 de Março de 1944, o Presidente Roosevelt Imitiu uma Declaração: "Num dos crimes mais negros de toda a história... o assassínio sistemático dos Judeus da Europa empreende-se sem pausas a toda a hora... Que estas pessoas inocentes... deveriam desaparecer... seria uma grande tragédia... Todos os que conscientemente tomaram parte na deportação dos Judeus para a sua morte na Polónia... são tão culpados como os carrascos. Deixem as pessoas... fazer o que podem para os salvar (os judeus) desses carrascos Nazis." ![]() Conclusão: Em 1943 e em 1944 o Presidente Roosevelt dos Estados Unidos publicou a investigação prioritária do governo Aliado sobre o destino dos detidos Judeus nos campos Polacos. Nos inícios de 1944, depois de ter terminado a investigação com a utilização de fotografias aéreas, relatórios de espiões e contactos governamentais, os líderes militares Aliados concluíram que os rumores de assassínios em massa não podiam ser confirmados e foram, então, ignorados tal como algumas das muitas histórias de atrocidades da guerra postas a circular pelos média Soviéticos e Aliados. Como resultado, os líderes Aliados não ordenaram o bombardeamento dos crematórios e dos aquartelamentos de Auschwitz ou de qualquer outro campo. Como a investigação tinha uma grande prioridade, os líderes militares sentiram que mesmo que apenas um detido fosse assassinado pelos guardas de Auschwitz, ou noutros campos, era quase certo que teriam sido ordenados bombardeamentos precisos contra esses aquartelamentos, crematórios, ou outras instalações. O facto de nenhum campo ter sido bombardeado prova que a investigação dos militares Aliados em 1944 não poderia confirmar, e por isso foram ignorados, os rumores de assassínios em massa. Referências: Infield, G. Secrets of the ss. Berkley Publishing, Nova Iorque, 1990. páginas 78-79 |