|
A mais importante testemunha do alegado assassínio em massa, o Comandante de
Auschwitz Rudolf Höss, foi torturado com espancamentos e com a privação do
sono, e a 15 de Abril de 1946 nos julgamentos de Nuremberga, ele assinou a
sua confissão, em Inglês, que contém um número de declarações fisicamente
impossíveis:
HÖSS: "Eu...comandei Auschwitz até 1 de Dezembro de 1943, e estimo que pelo
menos 2,500,000 vítimas foram executadas e exterminadas lá por gás e
queimadas."
IMPOSSÍVEL: Teria sido fisicamente impossível cremar até 1/10 desses 2,5
milhões, mais os alegados 1,5 milhões de Dezembro de 1943 até Novembro de
1944. No entanto, estes foram os números oficiais até 1990, quando os totais
de 1941 a 1944 foram reduzidos a 1 milhão.
HÖSS: "Quando eu preparei os edifícios de extermínio em Auschwitz, usei
Zyclon B o qual era Ácido Prússico cristalizado, sendo o mesmo lançado por
nós para a câmara da morte por uma pequena abertura."
IMPOSSÍVEL: Fotografias aéreas de 1944 confirmadas por uma inspecção ao
campo em 1993 mostraram que não existiram nenhuns buracos nos telhados em
cimento nas morgues situadas abaixo do solo em Birkenau ou na morgue de
Auschwitz I, onde é alegado terem existido câmaras de gás.
HÖSS: "Nós sabíamos quando as pessoas estavam mortas quando os seus gritos
cessavam. Esperávamos, normalmente, cerca de meia hora antes de abrirmos as
portas e retirar-mos os cadáveres."
IMPOSSÍVEL: Sem buracos no telhado ou outras aberturas, e apenas com uma
porta, teria levado muitas horas para ventilar a sala de modo a que se
podesse entrar para remover os cadáveres. E quando estes eram movidos,
bolsas de gás seriam libertadas, o que iria afectar as pessoas que estavam a
trabalhar na sala.
Referências: Para saber mais sobre a tortura a Höss e sobre as suas
declarações, ver:
http://www.corax.org/revisionism/misc/hoess.html
|